Julho 22nd, 2009 de Palmieri
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Julho 1st, 2009 de Palmieri
Há centenas de dicas e lembretes sobre comércio eletrônico espalhadas pela internet. Eu selecionei algumas entre as inúmeras que o consultor Ricardo Jordão relacionou no Blog Ikeda:
1. Mantenha um plano de melhorias para o web site de comércio eletrônico. Novas idéias surgem todos os dias. O plano deve mostrar as idéias rankeadas por prioridade.
2. Defina uma meta de performance para cada campanha online que você fizer.
3. Nunca dependa apenas da tecnologia. Ajude os clientes a falar com você através de outras mídias - e-mail, telefone, endereço físico, live chat, twitter, blogs etc
4. Não use animação na sua home page.
5. Mostre os produtos mais vendidos e os lançamentos em todas as vitrines do seu comércio eletrônico.
6. Assegure-se que seja necessário apenas 1 clique para o cliente chegar na página de detalhe produto.
7. Recomende produtos acessórios para os itens que foram adicionados ao carrinho de compras. Por exemplo, se o cliente comprou uma Rede Adventure Kampa , recomende o Mosquiteiro BugStop e a Fita-fix. Apenas recomende! Não adicione automaticamente ao carrinho.
8. Adicione um botão de compras para cada produto que aparece na sua lista de recomendações.
9. Mostre o preço do produto para todos produtos recomendados na lista.
10. Assegure-se que a página de detalhe do produto tenha sempre alguns call-to-actions estimulantes - COMPRE AGORA, OFERTA LIMITADA, FRETE GRÁTIS, ENTREGA EM 4 HORAS etc.
11. Surpreenda os clientes ao oferecer presentes surpresa, ofertas surpresas, temporárias, e descontos comerciais.
12. Tenha um excelente mecanismo de busca no seu site.
13. Inclua a funcionalidade de busca avançada, tais como busca por preço, tamanho, ano de edição, idioma e muito mais.
14. Adicione a todas as páginas a barra de navegação que mostra onde o seu cliente está dentro do seu site. Exemplo: \home\acessorios\mochilas
15. Permita que os seus clientes possam alterar o conteúdo do carrinho de compras no Leia o restante deste artigo »
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Junho 22nd, 2009 de Palmieri
Ótima história que aconteceu com colunista a HSM, Tie Lima em uma passagem pelo Rio de Janeiro, onde o seu cenário, contexto e ensinamentos provocam reflexões.
“Recentemente fui ao Rio de Janeiro (RJ). Precisava resolver alguns assuntos pessoais. Assuntos que me fizeram circular na praça do Largo do Machado. Para quem não é do Rio, ou mesmo, nunca foi frequentador daquelas bandas. Aquele Largo é retrato fiel de qualquer praça central. Barracas de quitutes, comércios legais e ilegais, policiais e pivetes. Enfim, todos os tipos circulam por ali. Existe harmonia naquela atmosfera desordenada. Harmonia com cheiro de milho cozido e fritura de churros.
Ao atravessar a praça para tomar o metrô em companhia de minha namorada, um menino me interrompe oferecendo paçoca.
- Não, cara. Valeu. Respondi com o passo apressado.
O menino continua me acompanhando e insiste.
- Esse foi o NÃO mais simpático que ouvi. - Deixa eu te oferecer uma paçoca por minha conta.
- Não precisa.
Dessa vez foi um pouco mais rude, demonstrando pressa.
- Agora você vai ter que aceitar, senão retiro o que digo e você terá sido grosso e de nada valeu sua simpatia.
- Ok, aceito.
Nesse instante parei e dei atenção ao rapaz.
Reparei. Era um menino simples, mas o seu sorriso era incontestavelmente honesto. Sua roupa era suja e o seu Leia o restante deste artigo »
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Junho 10th, 2009 de Palmieri
No dia 04 de junho, a ABETA marcou presença na Audiência Pública realizada no Senado Federal para debater o Projeto de Lei n° 403/05, que estabelece regras para a prática de esportes radicais ou de aventura no País. Durante a audiência pública, os participantes deixaram claro que alguns pontos do projeto devem ser esclarecidos.
A ABETA manifestou-se contrário à proposta de lei. Dentre os pontos do projeto questionados estão a ausência de diferenciação conceitual entre os termos esportes radicais, esportes de aventura e turismo de aventura; e o fato de o processo de normatização (normas técnicas implementadas de forma obrigatória) inibir a atividade lúdica, além de interpor barreiras à livre iniciativa.
Alguns pontos polêmicos do PL n° 403:
Art. 1º: “Esta lei estabelece normas para a prática de esportes radicais ou de aventura no País”.
Quais são estes esportes radicais e de aventura? Futebol é um esporte radical? Na maioria das vezes é mais perigoso que um trekking.
Para efeito desta lei, classificam-se como esportes radicais ou de aventura as atividades esportivas de caráter recreativo, oferecidas comercialmente, com riscos avaliados, controlados e assumidos”.
Art. 2º: “A prestação de serviços consistente na prática de esportes radicais fica condicionada à comprovação, nos competentes órgãos ou entidades do Poder Público, de qualificação específica de instrutores e profissionais responsáveis pela preparação de locais e operação de equipamentos”. Essa qualificação, estipula o parágrafo 1º desse mesmo artigo, “será comprovada por meio de certidão obtida em curso aprovado pelos competentes órgãos do Poder Público”.
Art. 3º (modificado após parecer do relator) Os equipamentos a serem utilizados na prática desportiva radical, de modo profissional ou amador, deverão possuir o selo de controle de qualidade do INMETRO – Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial.” Quais são estes equipamentos? Quem será responsável para fiscalizar?
O relator da proposta, senador Raimundo Colombo (DEM-SC), garantiu que irá promover novas discussões, mas afirmou que os “esportes radicais e de aventura” necessitam de regulamentação.
Vamos acompanhar de perto, para que não interfira de maneira equivocada no mercado.
Para conhecer o PL n° 403/05, clique aqui!
Para enviar uma menssagem para o relator: raimundocolombo@senador.gov.br
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Abril 14th, 2009 de Palmieri
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), assinou ontem três decretos como medida de incentivo às micros, pequenas e médias empresas paulistas, que representam 98% das companhias do Estado e têm enfrentado dificuldades diante das restrições ao crédito consequentes da crise mundial.
A primeira iniciativa é a reestruturação do Fundo de Aval (FDA) do governo paulista, através do qual o governo passa a ser o intermediador que dá garantias à instituição financeira privada com relação aos empréstimos concedidos às empresas de micro, pequeno e médio porte.
“Antes exigíamos a contragarantia das empresas. Não deu certo. Agora eliminamos essa exigência”, disse o governador. Ele informou ainda que está incluída na iniciativa a redução de 0,15% para 0,10% na comissão de garantia exigida das empresas beneficiárias do fundo.
Por meio do Fundo de Aval, o governo vai, inicialmente, financiar linhas de crédito para aquisição de equipamentos e automação comercial, veículos utilitários, abertura de franquia e antecipação de recebíveis.
A segunda medida consiste na concessão de financiamentos com juros subsidiados por meio do programa “Micro Empresa Competitiva” (ME Competitiva), que terá o banco Nossa Caixa como agente financeiro. “O Microempresa Competitiva equaliza a Leia o restante deste artigo »
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Março 4th, 2009 de Palmieri
Quem conhece bem o mercado norte-americano - mesmo que na condição de turista - já deve ter percebido a incrível penetração dos cupons de desconto aplicados pelos mais diferentes segmentos de produtos e canais. Estima-se que mais de 300 bilhões de cupons sejam emitidos anualmente no país e que perto de 80% da população se utilize deles nas suas compras.
A pesquisa da Ipsos, apresentada no workshop da Ampro, no último Cannes Lions, e replicada no Brasil, evidenciou que o uso dessa ferramenta é amplo também no Canadá e em diversos países da Europa, mas é praticamente inexistente no Brasil. A pesquisa foi realizada em 15 países e mostrou que brasileiros e hermanos da América do Sul são mais chegados a promoções do tipo “Leve 3, pague 2″ ou com brindes agregados a produtos ou ainda concursos e sorteios com prêmios de maior valor.
Na verdade, as pesquisas junto aos consumidores mostram ao longo de muito tempo e, quase sempre, a preferência declarada é por mecânicas que preveem vantagens imediatas. Racionalmente, consumidores adultos sempre declaram preferir um bom desconto ou uma quantidade extra de produto pelo mesmo preço original.
Acontece que promoções assim são caras - em tempos de margens apertadas, não é simples abrir mão de 10% ou 15%, que seriam descontos mínimos para realmente atrair uma atenção do consumidor. É há ainda o efeito nocivo na percepção de qualidade da marca ofertada.
Como diria De Simoni em seus livros, a cada desconto expressivo que se pratica na venda de um produto, é feito um saque na conta corrente da imagem daquela marca. Fica a percepção de que Leia o restante deste artigo »
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Janeiro 23rd, 2009 de Palmieri
Olá amigos,
Acabei de compilar os dados da pesquisa junto as lojas e o resultado é esta logo abaixo. Não foi sentido alguma mudança no cenário pois o gráfico demonstra que as vendas continuam melhores que em 2007. Novembro de 2008 teve um aumento nas vendas de 10,19% quando comparado com o mesmo período de 2007.

Porem, segundo o IBGE, a categoria Tecidos, vestuário e calçados teve uma variação negativa do volume de vendas em relação a novembro/07 ocorreu em (-8,7%). O aumento de preços dos produtos importados do ramo, provocado pela desvalorização do real, explica em boa medida este desempenho negativo. Segundo o IPCA, enquanto o índice geral de preços acumulou nos últimos quatro meses de 2008 variação de 1,3%, o subgrupo Roupas acumulou aumento de 4,2%. Em termos de desempenho acumulado, a atividade registra taxas de 7,1% na relação janeiro-novembro08/janeiro-novembro07 e de 7,5% no acumulado dos últimos 12 meses, números que a partir de outubro passaram a se estabelecer abaixo da taxa geral do varejo.
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Janeiro 15th, 2009 de Palmieri
Feito o balanço de Natal e da virada de ano, o comércio comemorou um aumento de 3,5% a 5% nas vendas em relação ao mesmo período de 2007. Embora a imprensa, sob impacto de balanços desastrosos de outros setores (redução de quase 50% do valor das empresas em Bolsa, por exemplo), tenha sido comedida na “comemoração” do fato, o resultado é ainda mais expressivo se levarmos em conta o ambiente geral de negócios.
Isso nos leva a acreditar que o PDV será alvo de muita agitação em 2009. Não bastasse o já repisado argumento de que mais de 2/3 das decisões de compras (marcas e produtos) acontecem no Leia o restante deste artigo »
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Janeiro 8th, 2009 de Palmieri
Abraham Shapiro*
Você é vendedor? Como psicólogo, vou lhe dar um conselho importante: empatia é bom. Um vendedor deve ser empático com o cliente nas várias etapas do processo de venda. Isso, no entanto, torna-se uma séria ameaça, quando o vendedor se identifica com o comprador, decidindo por ele se o preço ultrapassa um certo limite que ele próprio não pagaria. Agindo assim, o vendedor imagina facilitar a venda, quando, na verdade, está prejudicando frontalmente os seus resultados. Acende-se aí a luz vermelha do tão badalado sistema de venda por relacionamento.
Olhava a vitrine de uma óptica, no shopping, quando presenciei Leia o restante deste artigo »
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Dezembro 3rd, 2008 de Palmieri
A pesquisa do volume de vendas nas lojas do mercado de aventura em Outubro demonstrou um aumento de 5,14% em relação a igual mês do ano de 2007. Em Setembro esse aumento foi da ordem de 20,7%.
Essa diminuição pode estar relacionada com a crise mundial ou então com o fato de que em Outubro deste ano não tivemos feriados.
E a pesquisa realizada mensalmente pelo IBGE junto ao comércio varejista em setembro demonstra que o segmento de Tecidos, vestuário e calçados, variou o volume de vendas em 9,5% com relação a igual mês do ano anterior. Esta taxa de desempenho deve-se provavelmente à entrada da nova coleção primavera-verão. Em termos acumulados, a atividade registrou patamares de variação de 10,1% para os primeiros nove meses de 2008, em relação ao mesmo período de 2007; e em 10,6% para os últimos 12 meses.
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