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	<title>Blog da Kampa</title>
	<link>http://blog.kampa.com.br</link>
	<description>Informações para Disseminar os Conhecimentos sobre as Melhores Práticas de Negócios</description>
	<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 15:04:51 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Redes Sociais, Sua Loja Tem Estar Onde as Pessoas Estão</title>
		<link>http://blog.kampa.com.br/2009/07/22/redes-sociais-sua-loja-tem-estar-onde-as-pessoas-estao/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 17:09:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Palmieri</dc:creator>
		
		<category>Administração</category>

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		<description><![CDATA[Uma série de vídeos para que você entenda o que são mídias sociais e reflita se sua loja deve ou não participar dessas novas formas de comunicação.
O que é Mídia Social




O poder das Mídias Sociais




Você acha que mídias sociais é uma tendência, modernismo ou veio pra ficar?




Porque você acha que tanta gente fala sobre redes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma série de vídeos para que você entenda o que são mídias sociais e reflita se sua loja deve ou não participar dessas novas formas de comunicação.</p>
<p><strong>O que é Mídia Social</strong><br />
<object width="445" height="364">
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<p><strong>O poder das Mídias Sociais</strong><br />
<object width="445" height="364">
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<p><strong>Você acha que mídias sociais é uma tendência, modernismo ou veio pra ficar?</strong><br />
<object width="445" height="364">
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<p><strong>Porque você acha que tanta gente fala sobre redes sociais hoje em dia?</strong><br />
<object width="445" height="364">
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<p>Exemplos de presença da Kampa nas mídias sociais:</p>
<p>Kampa <a href="http://www.kampa.com.br/blog/"target=blank>Blog Usuários</a><br />
Kampa <a href="http://blog.kampa.com.br/"target=blank>Blog Lojistas</a><br />
Kampa no <a href="http://www.youtube.com/blogkampa"target=blank>Youtube</a><br />
Kampa no <a href="http://www.facebook.com/pages/Kampa/79416391628"target=blank>Facebook</a><br />
Kampa no <a href="http://twitter.com/blogkampa"target=blank>Twitter</a><br />
Kampa no <a href="http://cid-68308ba033c7089a.skydrive.live.com/home.aspx"target=blank>Sky Drive</a>
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O Que Fazer e Não Fazer em Sua Loja Virtual</title>
		<link>http://blog.kampa.com.br/2009/07/01/o-que-fazer-e-nao-fazer-em-sua-loja-virtual/</link>
		<comments>http://blog.kampa.com.br/2009/07/01/o-que-fazer-e-nao-fazer-em-sua-loja-virtual/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 12:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Palmieri</dc:creator>
		
		<category>loja virtual; comércio eletrônico</category>

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		<description><![CDATA[Há centenas de dicas e lembretes sobre comércio eletrônico espalhadas pela internet. Eu selecionei algumas entre as inúmeras que o consultor Ricardo Jordão relacionou no Blog Ikeda:
1.	Mantenha um plano de melhorias para o web site de comércio eletrônico. Novas idéias surgem todos os dias. O plano deve mostrar as idéias rankeadas por prioridade.
2.	Defina uma meta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><a href="http://blog.kampa.com.br/up/k/ka/blog.kampa.com.br/img/.thumb_e_commerce_man.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.kampa.com.br/up/k/ka/blog.kampa.com.br/img/e_commerce_man.jpg',225,225,'e commerce man - e commerce man'); return false;"><img src="http://blog.kampa.com.br/up/k/ka/blog.kampa.com.br/img/.thumb_e_commerce_man.jpg" alt="e commerce man - e commerce man" title="e commerce man - e commerce man" /></a></div>Há centenas de dicas e lembretes sobre comércio eletrônico espalhadas pela internet. Eu selecionei algumas entre as inúmeras que o consultor Ricardo Jordão relacionou no Blog Ikeda:</p>
<p>1.	Mantenha um plano de melhorias para o web site de comércio eletrônico. Novas idéias surgem todos os dias. O plano deve mostrar as idéias rankeadas por prioridade.<br />
2.	Defina uma meta de performance para cada campanha online que você fizer.<br />
3.	Nunca dependa apenas da tecnologia. Ajude os clientes a falar com você através de outras mídias - e-mail, telefone, endereço físico, live chat, twitter, blogs etc<br />
4.	Não use animação na sua home page.<br />
5.	Mostre os produtos mais vendidos e os lançamentos em todas as vitrines do seu comércio eletrônico.<br />
6.	Assegure-se que seja necessário apenas 1 clique para o cliente chegar na página de detalhe produto.<br />
7.	Recomende produtos acessórios para os itens que foram adicionados ao carrinho de compras. Por exemplo, se o cliente comprou uma Rede Adventure Kampa , recomende o Mosquiteiro BugStop e a Fita-fix. Apenas recomende! Não adicione automaticamente ao carrinho.<br />
8.	Adicione um botão de compras para cada produto que aparece na sua lista de recomendações.<br />
9.	Mostre o preço do produto para todos produtos recomendados na lista.<br />
10.	Assegure-se que a página de detalhe do produto tenha sempre alguns call-to-actions estimulantes - COMPRE AGORA, OFERTA LIMITADA, FRETE GRÁTIS, ENTREGA EM 4 HORAS etc.<br />
11.	Surpreenda os clientes ao oferecer presentes surpresa, ofertas surpresas, temporárias, e descontos comerciais.<br />
12.	Tenha um excelente mecanismo de busca no seu site.<br />
13.	Inclua a funcionalidade de busca avançada, tais como busca por preço, tamanho, ano de edição, idioma e muito mais.<br />
14.	Adicione a todas as páginas a barra de navegação que mostra onde o seu cliente está dentro do seu site. Exemplo: \home\acessorios\mochilas<br />
15.	Permita que os seus clientes possam alterar o conteúdo do carrinho de compras no <a id="more-65"></a>próprio carrinho de compras. Eles devem ter a permissão de adicionar ou remover itens do carrinho.<br />
16.	Evite esconder valores - mostre o mais cedo possível no processo de compras qual será o valor do frete, dos impostos, e outras taxas que possam existir.<br />
17.	Não force os clientes a se registrar no site, mesmo para adicionar itens no carrinho. O registro deve ir apenas ao final, depois que o cliente já tem certeza de tudo que vai comprar.<br />
18.	Peça apenas pelas informações necessárias na hora de fazer o login no site. Exemplo: e-mail e senha.<br />
19.	Mostre claramente em todas as páginas os cadeados e símbolos que mostram que o seu site é seguro para compras na web.<br />
20.	Forneça opções alternativas de pagamento. Quanto maior o número de alternativas de pagamento, maiores serão as suas vendas.<br />
21.	Ofereça frete grátis para certos volumes de compras.<br />
22.	Instale um programa online para analisar o comportamento dos visitantes da sua loja virtual.<br />
23.	Use um programa de análise de web sites rico em gráficos para facilitar a interpretação dos dados.<br />
24.	Evite ter longos processos de check out.<br />
25.	Forneça todas as informações necessárias, tais como frete, política de privacidade, política de retorno de produtos, tempos de entrega etc o mais cedo possível no processo de compras. Recomendação: coloque essas informações na página de detalhe do produto.<br />
26.	Assegure-se que o seu comércio eletrônico está dentro dos padrões de código html.<br />
27.	Minimize o uso de gráficos como flash e scripts.<br />
28.	Não existe benefício algum em ter links gráficos. Assegure-se que todos os seus links são baseados em textos.<br />
29.	Assegure-se que o site seja rápido de carregar.<br />
30.	Seja criativo com as páginas 404 page. Por melhor que você seja na manutenção da loja, algum link quebrado vai aparecer. Você pode usar essa página para divertir o cliente, fazer marketing de algum produto, funcionalidade do site etc.<br />
31.	Conduza uma análise competitiva de SEO.<br />
32.	Faça frequentemente uma revisão das palavras chaves que você usa nas suas campanhas online.<br />
33.	Use duas palavras chaves por página.<br />
34.	Concentre os seus esforços para aparecer para as palavras chaves que não são as mais buscadas no Google. Exemplo: Sony CyberShot 7 mpixels ao invés de câmera digital.<br />
35.	Não use a descrição padrão feita pelo fabricante. Use a sua própria descrição do produto.<br />
36.	Use palavras chaves nos títulos das páginas de produtos.<br />
37.	Assegure-se que você não esteja fazendo spams das páginas. É importante que o cliente seja levado pelo Google a uma página do seu web site que realmente resolve o problema dele.<br />
38.	Use palavras chaves na descrição dos produtos.<br />
39.	Peça para os clientes escreverem uma resenha sobre os produtos que eles compraram. Conteúdo próprio e único ajuda no SEO. Envie e-mails pedindo para os clientes resenharem sobre os produtos que compraram.<br />
40.	Permita que os clientes usem TAGs para marcar os produtos que gostam.<br />
41.	Aperfeiçoe as imagens dos produtos para que sejam lidas com extrema velocidade.<br />
42.	Crie um mapa do site no Google para assegurar que nenhuma página fique de fora da indexação que ele faz.<br />
43.	Crie URLs para o seu web site (SEF) que sejam amigáveis para as ferramentas dos sites de buscas te encontrar.<br />
44.	Crie URLs amigáveis que facilitam a vida do usuário na hora de promover determinada página do seu site para os amigos.<br />
45.	Escreve posts no blog da loja sobre os produtos que você vende.<br />
46.	Crise campanhas de marketing por email. Email é a principal ferramenta de marketing de um comércio eletrônico. Use com moderação, mas use.<br />
47.	Convide os clientes a assinar a sua e-news. Assegure-se que o cadastro na e-news está presente em diferentes páginas do seu comércio eletrônico.<br />
48.	Evite usar as palavras usadas por quem envia spams, exemplo: grátis, no linha &#8220;assunto&#8221; do email.<br />
49.	Assegure-se que você oferece a opção de &#8220;sair da lista&#8221; no rodapé de todos os emails que você envia.<br />
50.	Inclua a funcionalidade de &#8220;indique a um amigo&#8221; em todos os emails.<br />
51.	Ofereça descontos exclusivos para quem assinar a sua e-news.<br />
52.	Inclua call-to-action empolgantes nas suas mensagens de email.<br />
53.	Forneça um excepcional serviço de atendimento aos clientes que já compraram com você.<br />
54.	Forneça um bom serviço de atendimento ao cliente que está comprando pela primeira vez.<br />
55.	Assegure-se que você consegue responder aos clientes dentro dos prazos mais rápidos possíveis.<br />
56.	Ofereça treinamento de produtos e vendas para quem vai atender ao telefone para falar com os clientes.<br />
57.	Agradeça a preferência do cliente enviando um emails de agradecimento na pós-venda ou fazendo uma ligação para ele, ou mesmo por messenger. </p>
<p>Para ler na íntegra: <a href="http://blog.ikeda.com.br/2009/07/50-dicas-para-o-seu-com%C3%A9rcio-eletr%C3%B4nico.html"target=blank>Blog Ikeda</a><br />
Para saber mais sobre <a href="http://www.bizrevolution.com.br/quemsomos.html"target=blank>Ricardo Jordão</a>
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A História da Paçoquinha: Como Encantar o Cliente</title>
		<link>http://blog.kampa.com.br/2009/06/22/a-historia-da-pacoquinha-como-encantar-o-cliente/</link>
		<comments>http://blog.kampa.com.br/2009/06/22/a-historia-da-pacoquinha-como-encantar-o-cliente/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 19:26:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Palmieri</dc:creator>
		
		<category>atendimento de loja</category>

		<category>Vendas do varejo</category>

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		<description><![CDATA[
Ótima história que aconteceu com colunista a HSM, Tie Lima em uma passagem pelo Rio de Janeiro, onde o seu cenário, contexto e ensinamentos provocam reflexões. 
“Recentemente fui ao Rio de Janeiro (RJ). Precisava resolver alguns assuntos pessoais. Assuntos que me fizeram circular na praça do Largo do Machado. Para quem não é do Rio, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_dir_caixa"><a href="http://blog.kampa.com.br/up/k/ka/blog.kampa.com.br/img/.thumb_pacoca.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.kampa.com.br/up/k/ka/blog.kampa.com.br/img/pacoca.jpg',556,345,'pacoca - pacoca'); return false;"><img src="http://blog.kampa.com.br/up/k/ka/blog.kampa.com.br/img/.thumb_pacoca.jpg" alt="pacoca - pacoca" title="pacoca - pacoca" /></a></div><br />
Ótima história que aconteceu com colunista a HSM, Tie Lima em uma passagem pelo Rio de Janeiro, onde o seu cenário, contexto e ensinamentos provocam reflexões. </p>
<p>“Recentemente fui ao Rio de Janeiro (RJ). Precisava resolver alguns assuntos pessoais. Assuntos que me fizeram circular na praça do Largo do Machado. Para quem não é do Rio, ou mesmo, nunca foi frequentador daquelas bandas. Aquele Largo é retrato fiel de qualquer praça central. Barracas de quitutes, comércios legais e ilegais, policiais e pivetes. Enfim, todos os tipos circulam por ali. Existe harmonia naquela atmosfera desordenada. Harmonia com cheiro de milho cozido e fritura de churros.</p>
<p>Ao atravessar a praça para tomar o metrô em companhia de minha namorada, um menino me interrompe oferecendo paçoca.</p>
<p>- Não, cara. Valeu. Respondi com o passo apressado.<br />
O menino continua me acompanhando e insiste.<br />
- Esse foi o NÃO mais simpático que ouvi. - Deixa eu te oferecer uma paçoca por minha conta.<br />
- Não precisa.<br />
Dessa vez foi um pouco mais rude, demonstrando pressa.<br />
- Agora você vai ter que aceitar, senão retiro o que digo e você terá sido grosso e de nada valeu sua simpatia.<br />
- Ok, aceito.<br />
Nesse instante parei e dei atenção ao rapaz.</p>
<p>Reparei. Era um menino simples, mas o seu sorriso era incontestavelmente honesto. Sua roupa era suja e o seu <a id="more-61"></a>calçado mal cobria seus pés.</p>
<p>Ao aceitar sua paçoca. Resolvi que daria o dinheiro por elas.</p>
<p>- Toma aí: R$ 2,00. Falei já lançando mão à carteira.<br />
- Não quero. E quer saber, sua namorada é simpática, tó aqui duas para ela, de graça.<br />
- Cara, você ta me deixando em uma situação complicada. Aceita esses R$ 5,00.<br />
- De forma alguma. Se quiser te dou um abraço e só.<br />
O garoto me lançou um abraço mais rápido que a minha habilidade de esquivar.</p>
<p>- Seguinte, tu quer me ajudar mermo? Se quiser, na moral, eu aceito que você compre uma caixa de &#8220;polenguinho&#8221; pra mim vende. Da pra tirar mais com polenguinho, do que com essas paçocas. Tá vendo essa loja aqui na frente? Compra uma caixa e me traz, assim tu vai me ajudar com meu novo empreendimento, os polenguinho.<br />
- Quanto é a caixa?<br />
- É 20 real.<br />
- Então toma aqui vinte prata velho. Você merece.</p>
<p>Moral da historia. Comprei 3 paçocas por R$ 20,00, ou seja, mais de R$ 6,00 por cada paçoca. No Rio, você pode comprar 10 paçocas por R$ 1,00, cada paçoca custa R$ 0,10. Qual foi a margem dele?<br />
Deixem as contas de lado. O que importa é: não comprei paçocas, fui uma Venture Capital de um rapaz audacioso. Quantos a gente vê assim por aí?<br />
Se havia intenção em me dobrar. Mesmo assim não importa. Ele encontrou a sua maneira de fazer negócios. E fez.”</p>
<p>Algumas lições, extraídas dos comentários, que pode se tirar deste episódio e usar no dia-dia da sua loja:</p>
<p>1- O preço se torna secundário quando consegue encantar o cliente.<br />
2- O vendedor pode se desmotivar ao receber uma negativa do cliente, porem se ele criar um relacionamento pode receber muitos “sim”.<br />
3- Se seus vendedores não tem a ousadia que teve o garoto, incentive-os a não esperar que a venda cai no colo.<br />
4- Amor e compaixão são sentimentos avassaladores. Seus vendedores têm?<br />
5- Surpreendeu o comprador e este ainda saiu feliz e decidiu contar a história para todo mundo. Quando foi a última vez que você conseguiu agir assim com um cliente? Quando você cativou tanto o cliente que ele acabou comprando mais do que queria e mesmo assim saiu feliz? Você se lembra da última vez que surpreendeu um cliente?</p>
<p>Para ler o artigo na íntegra: <a href="http://hsm.updateordie.com/ensinamentos/2009/07/a-pacoca-de-6-reais/"target=blank>HSM</a><br />
Para saber sobre o autor: <a href="http://hsm.updateordie.com/updater-hsm/2009/07/bem-vindo-tie-lima/"target=blank>Tie Lima</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como o Projeto de Lei n° 403, Pode Influenciar em Suas Vendas</title>
		<link>http://blog.kampa.com.br/2009/06/10/como-o-projeto-de-lei-n%c2%b0-403-pode-influenciar-em-suas-vendas/</link>
		<comments>http://blog.kampa.com.br/2009/06/10/como-o-projeto-de-lei-n%c2%b0-403-pode-influenciar-em-suas-vendas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 16:03:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Palmieri</dc:creator>
		
		<category>Notícias</category>

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		<description><![CDATA[No dia 04 de junho, a ABETA marcou presença na Audiência Pública realizada no Senado Federal para debater o Projeto de Lei n° 403/05, que estabelece regras para a prática de esportes radicais ou de aventura no País. Durante a audiência pública, os participantes deixaram claro que alguns pontos do projeto devem ser esclarecidos.
A ABETA [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 04 de junho, a ABETA marcou presença na Audiência Pública realizada no Senado Federal para debater o Projeto de Lei n° 403/05, que estabelece regras para a prática de esportes radicais ou de aventura no País. Durante a audiência pública, os participantes deixaram claro que alguns pontos do projeto devem ser esclarecidos.<br />
A ABETA manifestou-se contrário à proposta de lei. Dentre os pontos do projeto questionados estão a ausência de diferenciação conceitual entre os termos esportes radicais, esportes de aventura e turismo de aventura; e o fato de o processo de normatização (normas técnicas implementadas de forma obrigatória) inibir a atividade lúdica, além de interpor barreiras à livre iniciativa.<br />
<div class="alinhar_dir_caixa"><img src="http://blog.kampa.com.br/up/k/ka/blog.kampa.com.br/img/escalada.png" alt="escalada - escalada" title="escalada - escalada" /></div><br />
<strong>Alguns pontos polêmicos do PL n° 403:</strong><br />
<em>Art. 1º: “Esta lei estabelece normas para a prática de esportes radicais ou de aventura no País”.</em><br />
Quais são estes esportes radicais e de aventura? Futebol é um esporte radical? Na maioria das vezes é mais perigoso que um trekking.<br />
Para efeito desta lei, classificam-se como esportes radicais ou de aventura as atividades esportivas de caráter recreativo, oferecidas comercialmente, com riscos avaliados, controlados e assumidos”.</p>
<p><em>Art. 2º: “A prestação de serviços consistente na prática de esportes radicais fica condicionada à comprovação, nos competentes órgãos ou entidades do Poder Público, de qualificação específica de instrutores e profissionais responsáveis pela preparação de locais e operação de equipamentos”. Essa qualificação, estipula o parágrafo 1º desse mesmo artigo, “será comprovada por meio de certidão obtida em curso aprovado pelos competentes órgãos do Poder Público”. </em></p>
<p><em>Art. 3º  (modificado após parecer do relator) Os equipamentos a serem utilizados na prática desportiva radical, de modo profissional ou amador, deverão possuir o selo de controle de qualidade do INMETRO – Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial.” </em>Quais são estes equipamentos? Quem será responsável para fiscalizar?</p>
<p>O relator da proposta, senador Raimundo Colombo (DEM-SC), garantiu que irá promover novas discussões, mas afirmou que os “esportes radicais e de aventura” necessitam de regulamentação.</p>
<p>Vamos acompanhar de perto, para que não interfira de maneira equivocada no mercado.</p>
<p>Para conhecer o PL n° 403/05, <a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=76080"target="blank">clique aqui!</a><br />
Para enviar uma menssagem para o relator: <a href="mailto:raimundocolombo@senador.gov.br">raimundocolombo@senador.gov.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.kampa.com.br/2009/06/10/como-o-projeto-de-lei-n%c2%b0-403-pode-influenciar-em-suas-vendas/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>São Paulo dá Incentivo Para Microempresa</title>
		<link>http://blog.kampa.com.br/2009/04/14/sao-paulo-da-incentivo-para-microempresa/</link>
		<comments>http://blog.kampa.com.br/2009/04/14/sao-paulo-da-incentivo-para-microempresa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 12:40:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Palmieri</dc:creator>
		
		<category>Notícias</category>

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		<description><![CDATA[O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), assinou ontem três decretos como medida de incentivo às micros, pequenas e médias empresas paulistas, que representam 98% das companhias do Estado e têm enfrentado dificuldades diante das restrições ao crédito consequentes da crise mundial.
A primeira iniciativa é a reestruturação do Fundo de Aval (FDA) do governo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), assinou ontem três decretos como medida de incentivo às micros, pequenas e médias empresas paulistas, que representam 98% das companhias do Estado e têm enfrentado dificuldades diante das restrições ao crédito consequentes da crise mundial.</p>
<p>A primeira iniciativa é a reestruturação do Fundo de Aval (FDA) do governo paulista, através do qual o governo passa a ser o intermediador que dá garantias à instituição financeira privada com relação aos empréstimos concedidos às empresas de micro, pequeno e médio porte.</p>
<p>&#8220;Antes exigíamos a contragarantia das empresas. Não deu certo. Agora eliminamos essa exigência&#8221;, disse o governador. Ele informou ainda que está incluída na iniciativa a redução de 0,15% para 0,10% na comissão de garantia exigida das empresas beneficiárias do fundo. </p>
<p>Por meio do Fundo de Aval, o governo vai, inicialmente, financiar linhas de crédito para aquisição de equipamentos e automação comercial, veículos utilitários, abertura de franquia e antecipação de recebíveis.</p>
<p>A segunda medida consiste na concessão de financiamentos com juros subsidiados por meio do programa &#8220;Micro Empresa Competitiva&#8221; (ME Competitiva), que terá o banco Nossa Caixa como agente financeiro. &#8220;O Microempresa Competitiva equaliza a <a id="more-59"></a>taxa de juros nos financiamentos concedidos aos pequenos empresário e pode, inclusive, ser combinado com o fundo de aval.&#8221;</p>
<p>Dessa maneira, o governador explica que o pequeno empreendedor pode captar recursos com a segunda medida e se garantir com a primeira medida, sem necessariamente ter de recorrer às duas.</p>
<p>Outra iniciativa assinada por Serra foi a preferência pela micro, pequena e média empresa nas licitações públicas. &#8220;O Estado compra cerca de R$ 540 milhões por ano em produtos que podem ser vendidos por estas empresas&#8221;, afirmou.</p>
<p>Perguntado sobre o total a ser colocado à disposição com as medidas, Serra disse que a liberação dos recursos será feita &#8220;de acordo com a necessidade&#8221;. Em contrapartida, ele não se esquivou em dizer que a política monetária conservadora limita a liberação de crédito para a retomada de crescimento econômico. &#8220;O Banco Central do Brasil é atrasadíssimo e pode entrar para o Guinness (livro dos recordes) em relação ao atraso de atitude diante da crise.&#8221; </p>
<p><em>Fonte: Vanessa Dezem, Valor Online, de São Paulo 14/04/2009</em>
</p>
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		<title>Cupons, Uma Ótima Oportunidade de Vender Mais</title>
		<link>http://blog.kampa.com.br/2009/03/04/cupons-uma-otima-oportunidade-de-vender-mais/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 15:06:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Palmieri</dc:creator>
		
		<category>Administração</category>

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		<description><![CDATA[
Quem conhece bem o mercado norte-americano - mesmo que na condição de turista - já deve ter percebido a incrível penetração dos cupons de desconto aplicados pelos mais diferentes segmentos de produtos e canais. Estima-se que mais de 300 bilhões de cupons sejam emitidos anualmente no país e que perto de 80% da população se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.kampa.com.br/up/k/ka/blog.kampa.com.br/img/cupons_sm.gif" alt="cupom - cupom" title="cupom - cupom" /></div></p>
<p>Quem conhece bem o mercado norte-americano - mesmo que na condição de turista - já deve ter percebido a incrível penetração dos cupons de desconto aplicados pelos mais diferentes segmentos de produtos e canais. Estima-se que mais de 300 bilhões de cupons sejam emitidos anualmente no país e que perto de 80% da população se utilize deles nas suas compras.</p>
<p>A pesquisa da Ipsos, apresentada no workshop da Ampro, no último Cannes Lions, e replicada no Brasil, evidenciou que o uso dessa ferramenta é amplo também no Canadá e em diversos países da Europa, mas é praticamente inexistente no Brasil. A pesquisa foi realizada em 15 países e mostrou que brasileiros e hermanos da América do Sul são mais chegados a promoções do tipo &#8220;Leve 3, pague 2&#8243; ou com brindes agregados a produtos ou ainda concursos e sorteios com prêmios de maior valor.</p>
<p>Na verdade, as pesquisas junto aos consumidores mostram ao longo de muito tempo e, quase sempre, a preferência declarada é por mecânicas que preveem vantagens imediatas. Racionalmente, consumidores adultos sempre declaram preferir um bom desconto ou uma quantidade extra de produto pelo mesmo preço original.</p>
<p>Acontece que promoções assim são caras - em tempos de margens apertadas, não é simples abrir mão de 10% ou 15%, que seriam descontos mínimos para realmente atrair uma atenção do consumidor. É há ainda o efeito nocivo na percepção de qualidade da marca ofertada.</p>
<p>Como diria De Simoni em seus livros, a cada desconto expressivo que se pratica na venda de um produto, é feito um saque na conta corrente da imagem daquela marca. Fica a percepção de que <a id="more-58"></a>&#8220;se o produto fosse mesmo muito bom, não precisaria dar desconto para vender&#8221;.</p>
<p>É claro que tal percepção pode ser contornada com um bom tema e uma &#8220;razão&#8221; criativa para a prática do desconto. Os descontos sazonais, atrelados ao fim de estações, por exemplo, são vistos como naturais pelos consumidores e driblam a percepção negativa.</p>
<p>Outros temas promocionais criativos são capazes de mascarar o &#8220;desespero&#8221; para vender. Recentemente, a Mattel fez uma promoção para sua linha de carrinhos sob o nome de &#8220;Feirinha de Carros&#8221; - pegando uma carona nos tradicionais feirões de carros. O &#8220;Leve 3, pague 2&#8243; dessa promoção foi um sucesso e não deve fazer estrago na imagem da marca. Mas voltemos à cuponagem.</p>
<p>De tempos em tempos, questiona-se o porquê dessa atividade promocional não ter emplacado no Brasil, a exemplo de tantas outras mecânicas promocionais que importamos dos EUA. Antes de uma análise mais apurada, é preciso entender o processo de cuponagem mais comum naquele país.</p>
<p>Tudo começa com a estratégia de descontos a ser praticada pelo fabricante do produto. Cabe a ele estabelecer um valor em dinheiro a ser descontado do produto, realizar a emissão, distribuição e veiculação dos cupons, além de estabelecer um acordo complexo com os PDVs prevendo o reembolso da quantia equivalente aos cupons aceitos no caixa.</p>
<p>Ao comerciante, cabe honrar os cupons e preparar-se para um controle efetivo da sua guarda, controle e apresentação de borderôs para o reembolso junto à indústria. E aí começam os entraves.</p>
<p>Nos tempos de inflação alta, o prazo entre o recebimento do cupom apresentado pelo consumidor e o recebimento efetivo do crédito equivalente por parte do emissor &#8220;matava&#8221; a operação. Três ou quatro dias significavam uma perda inflacionária que praticamente inviabilizava a atividade. Hoje, com a inflação sob controle, este problema é menor. Mas há pontos cruciais a serem trabalhados para dar uma nova chance a essa atividade no Brasil:</p>
<p>1 - custo de veiculação: um dos custos mais significativos da operação. É preciso que veículos de comunicação encarem a cuponagem com um benefício a ser oferecido para seu leitor e criem tabelas especiais para essa modalidade.</p>
<p>2 - credibilidade: o consumidor tem sido alvo de ações de cupons &#8220;pra inglês ver&#8221;, do tipo, leve esse cupom e ganhe 10% de desconto. Só que, ao usar seu cupom, ele percebe que o desconto seria dado de qualquer maneira. É preciso tratar o cupom com seriedade.</p>
<p>3 - hábito: o americano já está habituado a recortar seus cupons antes de ir às compras. Quem quiser liderar essa ação no Brasil, precisa criar esse hábito nos brasileiros. O certo é que as facilidades de TI e do mobile marketing podem estimular uma nova tentativa de emplacar cupons por aqui.</p>
<p>Noticia extraida da HSM, vale a pena ler os comentários dos leitores <a href="http://br.hsmglobal.com/notas/42100-cupons-e-hora-emplacar-no-brasil"target="blank">aqui</a>
</p>
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		<title>Volume de Vendas do Mercado de Aventura Nov/08</title>
		<link>http://blog.kampa.com.br/2009/01/23/volume-de-vendas-do-mercado-de-aventura-nov08/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 20:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Palmieri</dc:creator>
		
		<category>Vendas do varejo</category>

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		<description><![CDATA[Olá amigos, 
Acabei de compilar os dados da pesquisa junto as lojas e o resultado é esta logo abaixo. Não foi sentido alguma mudança no cenário pois o gráfico demonstra que as vendas continuam melhores que em 2007. Novembro de 2008 teve um aumento nas vendas de 10,19% quando comparado com o mesmo período de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá amigos, </p>
<p>Acabei de compilar os dados da pesquisa junto as lojas e o resultado é esta logo abaixo. Não foi sentido alguma mudança no cenário pois o gráfico demonstra que as vendas continuam melhores que em 2007. Novembro de 2008 teve um aumento nas vendas de 10,19% quando comparado com o mesmo período de 2007.<br />
<div class="centralizado"><img src="http://blog.kampa.com.br/up/k/ka/blog.kampa.com.br/img/VolVendNov_1_2.jpg" alt="VolVendNov - Volume de Vendas Nov/08" title="VolVendNov - Volume de Vendas Nov/08" /></div></p>
<p>Porem, segundo o IBGE, a categoria Tecidos, vestuário e calçados teve uma variação negativa do volume de vendas em relação a novembro/07 ocorreu em  (-8,7%). O aumento de preços dos produtos importados do ramo, provocado pela desvalorização do real, explica em boa medida este desempenho negativo. Segundo o IPCA, enquanto o índice geral de preços acumulou nos últimos quatro meses de 2008 variação de 1,3%, o subgrupo Roupas acumulou aumento de 4,2%.  Em termos de desempenho acumulado, a atividade registra taxas de 7,1% na relação janeiro-novembro08/janeiro-novembro07 e de 7,5% no acumulado dos últimos 12 meses, números que a partir de outubro passaram a se estabelecer abaixo da taxa geral do varejo. <div class="centralizado"><img src="http://blog.kampa.com.br/up/k/ka/blog.kampa.com.br/img/IBGEnov08.jpg" alt="IBGEnov08 - IBGE nov08" title="IBGEnov08 - IBGE nov08" /></div>
</p>
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		<title>2009: olho no varejo!</title>
		<link>http://blog.kampa.com.br/2009/01/15/2009-olho-no-varejo/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 14:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Palmieri</dc:creator>
		
		<category>Vendas do varejo</category>

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		<description><![CDATA[Feito o balanço de Natal e da virada de ano, o comércio comemorou um aumento de 3,5% a 5% nas vendas em relação ao mesmo período de 2007. Embora a imprensa, sob impacto de balanços desastrosos de outros setores (redução de quase 50% do valor das empresas em Bolsa, por exemplo), tenha sido comedida na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Feito o balanço de Natal e da virada de ano, o comércio comemorou um aumento de 3,5% a 5% nas vendas em relação ao mesmo período de 2007. Embora a imprensa, sob impacto de balanços desastrosos de outros setores (redução de quase 50% do valor das empresas em Bolsa, por exemplo), tenha sido comedida na &#8220;comemoração&#8221; do fato, o resultado é ainda mais expressivo se levarmos em conta o ambiente geral de negócios.</p>
<p>Isso nos leva a acreditar que o PDV será alvo de muita agitação em 2009. Não bastasse o já repisado argumento de que mais de 2/3 das decisões de compras (marcas e produtos) acontecem no <a id="more-56"></a>PDV (Popai), nestes momentos de cautela, a tendência é preservar os pontos fundamentais do negócio, principalmente a boa distribuição e a presença impactante de produtos no ponto-de-venda. Daí prevermos um privilégio ao trade marketing neste ano. E como obter maior eficácia nesse campo?  Aí vai minha modesta contribuição expressa em três pontos:</p>
<p>1 - Parceria no sell-out<br />
Houve um tempo em que varejo era encarado mais como um ponto de compra do que um ponto-de-venda. Ou seja: todo o esforço da indústria era concentrado na tarefa de &#8220;empurrar&#8221; mais produtos ao varejista (sell-in) deixando-o com o &#8220;abacaxi&#8221; de provocar vendas junto ao consumidor (sell-out). Relações assim resultavam (e ainda resultam) em conflitos constantes. Não há dúvida de que uma relação mais saudável e proveitosa está na capacidade de representantes da indústria e do comércio extrapolarem as funções de vendedor/comprador e levarem para a mesa de negociação uma estratégia conjunta de atuação junto ao público final, do qual ambos dependem. </p>
<p>2 - Gente<br />
Temos observado algumas novas tecnologias introduzidas no PDV. Por exemplo, a digital signage ou as redes de &#8220;in-store TV&#8221;, que nada mais são do que redes de TV baseadas em PDVs. Por outro lado, é também cada vez mais amigável o uso do celular como instrumento promocional ou de complemento de informação. Hoje, já é possível realizar, por exemplo, ações de cuponagem virtual via celulares. Nada contra essa onda tecnológica. Precisamos, sem dúvida, ficar antenados às novas possibilidades e utilizá-las em nosso benefício. Mas precisamos também ter em mente que nada disso substitui a força humana. Máquinas não substituirão promotoras simpáticas, bem treinadas e bem aparelhadas para uma abordagem junto ao consumidor no momento da compra. Está provado: a simples atuação de um promotor enfatizando os diferenciais de um produto junto à gôndola pode duplicar a sua performance de vendas. Isso sem falar nos repositores e guardiões da disponibilidade e visibilidade de produtos nos PDVs, figuras fundamentais no sucesso de vendas no varejo. Por isso, mais do que nunca: olho nas pessoas em 2009.</p>
<p>3 - A &#8220;experiência&#8221;<br />
Pesquisas recentes demonstram mudanças de hábito no comportamento do consumidor no PDV. As principais delas são o tempo de permanência menor e o aumento da frequência de idas ao ponto-de-venda. Um dos mais importantes desafios do varejista, é tornar o processo de compras uma experiência agradável e marcante para o consumidor. Sabidamente, quanto mais o consumidor fica no PDV, mais ele compra. E quanto mais agradável o momento da compra, mais ele volta.</p>
<p>Logicamente, o esforço de trade marketing vai muito além desses três pontos, mas tenho certeza de que eles devem constar de qualquer planejamento para 2009.</p>
<p>Fonte: <a href="mailto:alexis@impactmkt.com.br">Aléxis Thuller Pagliarini</a> - <a href="http://www.hsm.com.br/editorias/marketing/olho_varejo_140109.php?mace2_cod=1359&#038;pess2_cod=375746&#038;lenc2_cod="target="blank">HSM</a>
</p>
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		<title>Como Exorcizar o Fantasma do Preço da Vida do Vendedor</title>
		<link>http://blog.kampa.com.br/2009/01/08/como-exorcizar-o-fantasma-do-preco-da-vida-do-vendedor/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 14:46:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Palmieri</dc:creator>
		
		<category>Vendas do varejo</category>

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		<description><![CDATA[Abraham Shapiro*
Você é vendedor? Como psicólogo, vou lhe dar um conselho importante: empatia é bom. Um vendedor deve ser empático com o cliente nas várias etapas do processo de venda. Isso, no entanto, torna-se uma séria ameaça, quando o vendedor se identifica com o comprador, decidindo por ele se o preço ultrapassa um certo limite [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Abraham Shapiro*</p>
<p>Você é vendedor? Como psicólogo, vou lhe dar um conselho importante: empatia é bom. Um vendedor deve ser empático com o cliente nas várias etapas do processo de venda. Isso, no entanto, torna-se uma séria ameaça, quando o vendedor se identifica com o comprador, decidindo por ele se o preço ultrapassa um certo limite que ele próprio não pagaria. Agindo assim, o vendedor imagina facilitar a venda, quando, na verdade, está prejudicando frontalmente os seus resultados. Acende-se aí a luz vermelha do tão badalado sistema de venda por relacionamento.</p>
<p>Olhava a vitrine de uma óptica, no shopping, quando presenciei <a id="more-57"></a>uma vendedora desaconselhar aos pais outros modelos de óculos para a filha que não fossem os da promoção. Motivo? Porque ela faria o mesmo como mãe de família.</p>
<p>É comum aos vendedores terem, na etapa de apresentação do preço do produto, um obstáculo psicológico aparentemente intransponível em todos os processos que entram. Portanto, se este é o seu problema, é crucial aprender como lidar com ele até superá-lo de todo.</p>
<p>Como? Uma alternativa é a troca de experiências reais com veteranos, fazendo perguntas sobre como tratam o quesito preço em suas rotinas com clientes. Outra é o estudo de casos em livros e revistas especializadas. Cuidado com revistas que camuflam a venda de palestras de motivação com artigos sem fundamentação profissional. Há várias dessas no mercado. </p>
<p>Em qualquer lugar, preço é uma componente de grande importância na negociação.  No entanto, em países com tradição católica, em que o dinheiro é tabu, o preço é visto como algo ruim. Ele é o tema em torno do qual se travam as maiores discussões -mesmo em casos desnecessários. Em consequência disso, é comum que o vendedor não saiba apresentar preço, assim como negociá-lo e defendê-lo. Tocar neste assunto  é, para ele,  um desconforto psicológico, uma instabilidade. Como age, então? Ele espera pela iniciativa ou perguntas do cliente a respeito. Seu comportamento faz do preço uma objeção previamente garantida e, com isso, agarra-se ao desconto como uma condição única de fechamento -o que não é verdade. Desconto é um &#8220;medicamento&#8221; com terríveis efeitos colaterais. Usado de modo incorreto, desacredita o produto, desgasta a imagem da marca e arruína a postura profissional do vendedor.</p>
<p>Outro aspecto que se opõe ao domínio do vendedor sobre a negociação é a falta de conhecimento das variáveis de custo que formam o preço - encargos, salários, produção etc. Essa situação foi criada pelas próprias empresas, que, durante anos, ocultaram as suas margens de lucro, tirando essa referência da visão sistêmica do vendedor. </p>
<p>É importante revelar à força de vendas a estrutura de preços proposta. Essa prova de confiança traz aos profissionais maior segurança na venda e lhes permite desenvolver justificativas verbais lógicas sobre o valor do produto de modo mais persuasivo do que os argumentos baseados nas suposições vazias que normalmente utilizam.</p>
<p>Conheci um supervendedor, cuja fórmula de sucesso estava em uma das primeiras perguntas que fazia ao cliente após a confirmação do desejo de compra. Ele perguntava quanto o cliente queria gastar. Assim, ele assumia a posição de conselheiro, e não de oponente. Em função da situação exposta pelo cliente, ele propunha diferentes modalidades de pagamento, para as quais calculava mentalmente as suas margens brutas de lucro.</p>
<p>Finalmente, como o sistema da venda por comissões envolve o vendedor em 100% na política de preços, esse fato lhe permite jogar com os descontos possíveis de ser oferecidos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.hsm.com.br/editorias/marketing/como_exorcizar_140109.php?mace2_cod=1359&#038;pess2_cod=375746&#038;lenc2_cod="target="blank">HSM</a> Shapiro, Abraham</p>
<p>Abraham Shapiro é coach e consultor especializado em lideranças, equipes de vendas e relacionamento com o cliente.<br />
shapiro@shapiro.com.br
</p>
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		<title>Volume de Vendas no Mercado Aventura Out/08</title>
		<link>http://blog.kampa.com.br/2008/12/03/volume-de-vendas-no-mercado-aventura-out08/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 18:50:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Palmieri</dc:creator>
		
		<category>Vendas do varejo</category>

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		<description><![CDATA[A pesquisa do volume de vendas nas lojas do mercado de aventura em Outubro demonstrou um aumento de 5,14% em relação a igual mês do ano de 2007. Em Setembro esse aumento foi da ordem de 20,7%.
Essa diminuição pode estar relacionada com a crise mundial ou então com o fato de que em Outubro deste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A pesquisa do volume de vendas nas lojas do mercado de aventura em Outubro demonstrou um aumento de 5,14% em relação a igual mês do ano de 2007. Em Setembro esse aumento foi da ordem de 20,7%.<br />
Essa diminuição pode estar relacionada com a crise mundial ou então com o fato de que em Outubro deste ano não tivemos feriados.<br />
<div class="centralizado"><img src="http://blog.kampa.com.br/up/k/ka/blog.kampa.com.br/img/VolVendOut.jpg" alt="VolVendOut - Vol. Vendas Out/08" title="VolVendOut - Vol. Vendas Out/08" /></div></p>
<p>E a pesquisa realizada mensalmente pelo IBGE junto ao comércio varejista em setembro demonstra que o segmento de Tecidos, vestuário e calçados,  variou o volume de vendas em 9,5% com relação a igual mês do ano anterior. Esta taxa de desempenho deve-se provavelmente à entrada da nova coleção primavera-verão. Em termos acumulados, a atividade registrou patamares de variação de 10,1% para os primeiros nove meses de 2008, em relação ao mesmo período de 2007; e em 10,6% para os últimos 12 meses.<div class="centralizado"><img src="http://blog.kampa.com.br/up/k/ka/blog.kampa.com.br/img/VolVendIBGE.jpg" alt="VolVendIBGE - Vol. Vendas IBGE Set/08" title="VolVendIBGE - Vol. Vendas IBGE Set/08" /></div>
</p>
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